Matemática é ensinada de forma errada e equivocada nas escolas

O Matemático, Pedagogo e Escritor Valdivino Sousa, explica “que nas escolas a matemática é ensinada de forma errada e equivocada,  falta uma didática pedagógica em relação o professor de Matemática. Não adianta o professor apenas passar a matéria e não explicar.  Por exemplo: toda letra na frente de um número está multiplicando e que a soma é inversa da subtração e a multiplicação é inversa da divisão. Se 2x + 4 – 2 =8  e quero resolver a incógnita X basta inverter os membros aplicando as operações matemáticas. Então fica da seguinte forma: 2x = 8 – 4 +2 =  6/2  logo o valor de X = 3,  para provar temos: 2.3 + 4 – 2 = 8 “, Explica o Matemático.  Valdivino Sousa é pesquisador da Engenharia didática em

Matemática, modelagem matemática, modelos matemáticos e suas aplicações na vida real. Um de seus artigos intitulado: Modelagem Matemática no ensino e aprendizagem de expressões numéricas disponível: http://www.valdivinosousa.mat.br/artigos/artigomodelagem.htm neste artigo, o professor e pesquisador utilizou-se de uma visita simulada a um supermercado, onde os alunos puderam vivenciar a compra de Lanche, Queijo, Refrigerante e Bombom. Após isso, alcançaram os seguintes objetivos: Interação: que é o reconhecimento se o problema escolhido pode se transformar em uma aprendizagem significativa com o mundo real.

Entre Situação real; modelagem; modelo e matemática. Matematização:  que é o reconhecimento da situação do problema, ou seja, visitar a padaria comprar: lanche, queijo, refrigerante e bombom, mostrando para o aluno que a modelagem matemática está na direção de uma experiência prática. Modelo matemático: que é a Interpretação da solução, ou seja, com os dados propostos no problema devemos buscar uma solução concreta; Formulação do problema: que  é criar hipóteses de que esta formulação seja capaz de modelar, obter uma resolução e validação.

O Matemático relata que o ensino de matemática, a dificuldade na aprendizagem está embutida ao rigor de abstração que esses conteúdos exigem, juntamente o modo que é ensinada, os conteúdos são trabalhados nas escolas, de maneira teórica, abrindo uma lacuna de difícil compreensão e aprendizagem dos alunos fazendo com que não reconheçam a importância da matemática em nosso dia a dia. “Quando optei por um novo método de ensino que as pessoas sabiam onde a matemática estava sendo aplicada, com certeza desperta o interesse e curiosidade de saber como estamos cercados pelos números, e que tudo é matemática, e que essa ciência é a mãe de todas as demais ciências”. Conta o pesquisador Valdivino Sousa.

Alguns anos atrás vem observando o comportamento das pessoas em relação a Matemática, e suas dificuldades de entendimento com a mesma. Segundo ele “é uma tarefa interessante e trabalhosa de testar modelos matemáticos que melhor encaixe numa coisa ou em outra. As vezes passamos meses tentando criar uma fórmula que atinge um aprendizado esperado, mas antes de aplicar existe todo um teste piloto para ver se vai funcionar nas mentes dos alunos”, explica o pesquisador. Seu  método que ajuda no aprendizado de equação de 1º grau, com o uso de objetos ilustrativos. No caso deste  método o qual já vinha surtindo efeito desde que começou aplicar e analisar a compreensão das pessoas que sentem dificuldades de entender expressão em álgebras. Em sua pesquisa ele identificou que nos problemas matemáticos no lugar de letras como X, Y e Z podem ser substituídos por objetos, já que os alunos têm trauma quando ver uma equação envolvendo as incógnitas X, Y e Z.

Seu método foi elogiado pela FESPM –  Federación Española de Sociedades de Professores de Matemáticas, pois é algo inovador que despertam o interesse de todos ao ver uma matemática ensinada diferente de forma agradável. No final de 2014, Valdivino Sousa um de seus artigos investigativos sobre:  programação; algoritmos, linguagem dos computadores,  revolução digital ou, seja, a importância no desenvolvimento cognitivo e raciocínio lógico das crianças. O artigo foi premiado pela Sociedade Brasileira de Educação, Sociedade Brasileira de Computação e Desenvolvimento (SBCD), além disso, seu trabalho de pesquisa é referência na Holanda que utiliza o método  germano-holandês Hans Freudenthal que usa a matemática realística com um modelo matemático da vida real, que busque algo real dentro da história da matemática ou dentro da imaginação e que tenha um significado para a criança. Seu artigo abordou sobre a  linguagem de programação e qual sua importância no desenvolvimento cognitivo e raciocínio lógico das crianças que aprende a programar logo cedo. disponível: http://ddez.com.br/2014/09/25/professor-escritor-cordeirense-valdivino-alves-tem-artigo-premiado-sobre-linguagem-programacao-nas-escolas/

O método que criou para ajudar no aprendizado de equação de 1º grau, com o uso de objetos ilustrativos, é interessante pois mostram para as pessoas que quando falamos 2x ou 3x podem ser duas maçãs, ou duas laranjas e com este método as figuras dos refrigerantes; lanches e saco de batatas ilustram o problema matemático de uma forma agradável de querer entender e resolver.

 

Valdivino Sousa é Professor, Matemático, Pedagogo, Contador, Bacharel em Direito e Escritor. Pesquisador sobre Engenharia Didática em Matemática; Modelagem; Construção do Conhecimento em Matemática; Modelos Matemáticos e suas Aplicações. Seu trabalho é reconhecido com Medalha de Mérito como docente pelo Instituto Matematics. É Professor nos cursos de Matemática, Ciências Contábeis, Administração e Engenharia. Dedica-se também a área contábil, com mais de 20 anos de experiência e desde 2005 é Contador responsável da Alves Contabilidade e Consultoria Tributária. Atuante nas seguintes áreas: Tributária, Contábil e das Entidades sem fins Lucrativos. Autor de mais de 10 (dez) livros e têm vários artigos publicados em revistas e jornais especializados nos assuntos de Legislação tributária e contábil. Semanalmente escreve para o portal D.Dez, Jornal da Cidade e Folha Online. Site: www.valdivinosousa.mat.br






Valdivino Sousa

Valdivino Sousa é Professor, Matemático, Contador, Bacharel em Direito e Escritor. Pesquisador sobre Engenharia Didática em Matemática; Modelagem; Construção do Conhecimento em Matemática; Modelos Matemáticos e suas Aplicações. Site: http://www.valdivinosousa.mat.br
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UM Comentário

  • Dorivaldo Jose das Nevews
    30 abr 2017 | Permalink |

    Esse tema me encanta! Sou matemático e atuei por alguns anos como professor de Matemática (e nas outras disciplinas das exatas também), tanto na rede pública como na rede privada; em municípios pequenos, médios e grandes. Naquele período pude observar o que acontecera/acontece na área da Educação no nosso país; é canalhice pura. Concordo, em parte (é necessário estudo científico sobre o tema) como o exposto acima. Porém, na minha humilde compreensão, o gargalo do ensino da Matemática é político/estrutural, principalmente, nos pequenos municípios. Nos pequenos municípios imperam duas formas de recrutamento para a seleção dos servidores municipais: Concurso Público e Contrato Provisório. O Certame Público se dá com carta marcada; o aprovado já tem conhecimento da aprovação antes mesmo da divulgação do edital do certame (é um ganha/ganha na dinâmica política temporal), mesmo que o aprovado encontre 12.846/2013 como soma 2 +2. No Contrato Provisório a dinâmica política/temporal é a seguinte: a seleção tem início pelos mais competentes e chegando ao final aos menos competentes. Isso é normal; qualquer empresa, segue essa lógica. Todavia, contudo, porém, os menos competentes são selecionados para ministrar aulas de matemática. Pobre Brasil, onde os professores de matemática (maioria) não reúnem condições de serem alunos.

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