Sérgio Silva – Apocalipse

apocalipse

Foto: Ilustrativa

Vejo o apocalipse, mentes insanas
levianas e profanas
guerras e terremotos,
vulcões, fome e peste
nos confins mais remotos.
Vejo apenas corpos espalhados,
sol escaldante avermelhado.
destruindo a camada de ozônio,
profetas de encontro ao demônio.
A terra irada deslocam as placas tectônicas,
intelectos não sabem o que dizer em suas crônicas.
Comandantes dizimando a população,
é o inicio da fase de tribulação.
Taças amargas derramadas,
são profecias confirmadas,
sinalizando o fim da estrada.
Quando a verdade explodir,
muitos não vão querer existir.
Suas mentes em eclipse,
contemplando o apocalipse.
Vidas como um aborto,
restando apenas corpos tortos.
Noites de lamentos,
dias sombrios e céu cinzento.
Escombros e cenário de guerra,
planos, sonhos caídos por terra.
Só poeira na cidade deserta,
alvo que nunca se acerta.
Lamento, choro e desespero,
se ouve dos presepeiros.
Talvez ainda não seja o fim,
mais o colapso do mundo sim.
Todas profecias se cumprindo,
vida por entre os dedos se esvaindo.
Tantas coisas estranhas pra entender;
tantos vivendo por viver,
esquecendo ao que veio a esse mundo fazer.
Estou eu tentando levar minha cruz,
no escuro, enxergando a luz.
pois está cumprindo a ciência
e não há mais tempo pra questionar a existência…

Por: Sérgio Silva






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