GUTO 4 X 0

Por: Décio Pereira

O ex-prefeito de Condeúba, Guto Ribeiro (PT), não conseguiu ser reeleito, mas conseguiu uma façanha que escreve de maneira positiva o seu nome na história da política condeubense, teve suas contas aprovadas pelo quarto ano consecutivo, coisa que não acontecia em Condeúba há 17 anos, sendo a última sequência de 4 contas aprovadas de 1997-2000, sem falar a relevância da aprovação de uma conta, em uma época que TCM/BA vive o seu momento de maior rigidez, diante dos atuais acontecimentos que permeiam a política nacional.

Em conversa por telefone com Guto, que foi assistir a votação de suas contas em Salvador e saiu emocionado, ele falou:

“Ser reeleito não dependia da minha vontade, ser honesto, decente, respeitoso com o erário público e com o meu povo, dependia de mim. Não sou político de profissão, não construí patrimônio na política. Nunca tive dúvida de que nosso Governo seria coroado com o reconhecimento do TCM.

A aprovação das nossas contas foi possível graças a uma gestão financeira eficiente, planejamento e rigor no controle dos gastos públicos.

Hoje vivo um dos dias mais felizes de minha vida, recebemos o diploma de honestos, provando a todos que é possível administrar sem roubar ou desviar recursos. Fizemos o certo, com uma gestão pautada na ética, transparência, voltada para a valorização do que é público e cumprindo o que estabelecem as leis. Quero destacar que o TCM foi unanime na aprovação das nossas contas, o que valoriza ainda mais nosso feito.

Quero agradecer a Deus que não nos deixou desviar do nosso foco e nem nos embriagar com o poder; agradeço a todos que construíram de maneira zelosa, austera e competente o nosso governo.

Os nomes que escolhi para a composição do grupo que governaria ao nosso lado, foram de pessoas de minha confiança. Está aí a comprovação do que eu sempre disse: no nosso governo ninguém saiu rico, nem manchado por maracutaias, todos os meus companheiros e companheiras andam pelas ruas com as cabeças erguidas, e não há maior vitória do que essa.

Nós não fomos honestos, nós somos honestos. Quem puder, que se espelhe em nós, para o bem do nosso município. O tempo e o TCM dirão.

Finalizo dizendo que não fizemos nada mais do que nossa obrigação, quem não teve contas aprovadas é que está na rota errada.”

A conquista do grupo conduzido pelo ex-prefeito Guto tem ido além da aprovação de suas contas, somente para relembrar, em decisão recente, o Tribunal de Justiça já havia decidido que o reajuste salarial concedido por ele em 2016, estava devidamente fundamentado na Constituição Federal.






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